Uma hipótese radical

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Nesses tempos bicudos em que a desestruturação da economia (ainda que, esperamos, temporária) coloca as empresas em situação delicada, vale a pena enunciar, de um modo intencionalmente radical para ajudar na sua defesa, uma hipotese controversa:

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Não se deixe esmorecer

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Terminado o carnaval, a nova realidade econômica vai-se fazer sentir com toda a força na gestão das empresas. O fantasma da frustração de receitas combinado com o do aumento de despesas ainda vai assombrar muita gente. Tudo o que já foi feito em termos de redução de custos e aumento de faturamento vai parecer insuficiente. O desânimo pode começar a rondar a gestão. É preciso não se deixar abater. Um gerente, um dirigente, abatido é um péssimo exemplo a ser seguido. Resista! Os próximos meses serão difíceis mas os novos rumos da política econômica abrem perspectivas melhores no médio prazo do que antes da flutuação do câmbio. Todavia, não se deve esperar nenhuma moleza no curto prazo (seis meses, no mínimo). A seguir, algumas palavras do milenar livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, para ilustrar a necessidade de não esmorecer.

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O cenário Antônio Carlos

Cenários podem ser entendidos como projeções de futuros possíveis. Não têm a "obrigação" de acontecer e, se adequadamente esboçados, devem funcionar, do ponto de vista das empresas, por exemplo, como insumos para a formulação de alternativas sobre os rumos a serem tomados, caso as tendências projetadas se confirmem. Rigorosamente, pode-se dizer como Arie De Geus (ver C&T 188) "Não é possível saber, e não importa, qual será o futuro. A única pergunta relevante é: o que faremos se tal coisa acontecer?".

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O que pode acontecer?

O Governo, empurrado pelo mercado e não por vontade própria, trocou uma "aposta" de política econômica (real valorizado e financiado por recursos externos abundantes, até que o ajuste fiscal fosse feito e a âncora cambial pudesse ser trocada pela âncora fiscal) por uma outra "aposta" muito mais exigente em termos de prazo (real desvalorizado, com financiamento monitorado pelo FMI e ajuste fiscal de emergência). Com isso, promoveu a abertura de, pelo menos, três cenários diferentes para a economia e a política do país. Se a "aposta" atual der certo, teremos o cenário da Estabilização Estressada. Se não der certo, abre-se a possibilidade de dois cenários distintos: o da Sarneyzação do Governo ou o da Volta à Estaca Zero em termos da estrutura de controle da política econômica.

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