Um gênio do marketing

Theodore Levitt, em seu famoso artigo, o clássico "Marketing Myopia" de 1960, chama a atenção para um fato até hoje, entre nós, muito pouco levado em conta, pelo menos coinscientemente . Ele considera Henry Ford, o criador da indústria automobilística, um gênio do marketing e, não, um gênio da produção, como é comumente citado.

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Vista cansada em marketing

Em 1960, Thedore Levitt escreveu um artigo na Harvard Business Review, intitulado "Marketing Myopia" que se tornou um clássico e inaugurou a era do Marketing como o conhecemos atualmente. A tese que defendia, às vésperas de completar 40 anos de enunciada, por incrível que pareça, permanece, ainda hoje, original, embora muito menos aplicada do que deveria.

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Um governo em crise permanente

Já no meio do seu quinto mês de mandato, o segundo governo FHC ainda não disse a que veio e mergulha em mais uma crise. Primeiro, a declaração de moratória do governador Itamar Franco, jogando gasolina na foqueira da desconfiança, depois a desvalorização atabalhoada da moeda e os mais negros cenários para a economia em 99. Quando começa a retomar a iniciativa política, a colher os frutos da renegociação do acordo com o FMI e da melhoria dos cenários econômicos, com a não confirmação das previsões catastróficas, desaba-lhe sobre a cabeça a CPI dos Bancos.

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O futuro da empresa familiar

"O grande desafio com que se deparam os fundadores é assegurar a continuidade de sua obra por meio de uma gradativa separação entre capital e gestão. E isso deverá ser feito pelos seus herdeiros." Renato Bernhoeft, no capítulo "Desafios e Oportunidades das Sociedades Familiares", do livro "Empresas Familiares Brasileiras Perfil e Perspectivas", coordenação de Ives Gandra da Silva Martins, Paulo Lucena de Menezes e Renato Bernhoeft, Negócio Editora, 1999, São Paulo

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A força da empresa familiar

A questão que se coloca diante de números tão eloqüentes quanto esses, mesmo quando relativos à economia norte-americana (a pátria das grandes corporações), é: por que o assunto é tão desconsiderado pela tradicional e predominante abordagem "oficial" da chamada administração de empresas, mesmo nos EUA? Pior: por que quando chega a ser tratada é com um tom de menosprezo, como se, para uma empresa, ser familiar fosse atestado de incompetência ou necessariamente falta de profissionalismo?

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O gerente aperreado

"O gerente está afogado em obrigações e, no entanto, não lhe é fácil delegar tarefas. O conseqüente excesso de trabalho o obriga a fazer muitas coisas rapidamente. Sua ação se caracteriza pela brevidade, fragmentação e comunicação oral."

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