O perigo de achar que não há maisnada a temer porque "o pior já passou"

Não, o pior não passou ainda. Apesar da grande melhora dos indicadores macroeconômicos brasileiros em 2003, a vulnerabilidade externa do país continua grande. Por si só, essa fragilidade torna temerária a crença de que o caminho do crescimento está todo livre em 2004.

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Mais do que "as pessoas", os gruposé que são as verdadeiras fontes de mudança

Bem ao contrário do que o senso comum acostumou-se a exaltar, não são as pessoas - "o ser humano" - que fazem acontecer as mudanças nas organizações. São os grupos, ou seja, as pessoas organizadas e trabalhando em equipes. Isoladas, elas pouco podem, por melhor, mais dotadas ou bem intencionadas que sejam.

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