O mundo plano com suas ameaças e oportunidades requer muita imaginação criativa

Neste terceiro e último número do GH (ver os anteriores 578 e 579) sobre o "Mundo Plano" ("O Mundo é Plano — Uma Breve História do Século XXI" de Thomas L. Friedman), merece destaque a abordagem do autor sobre a globalização que ele divide em três momentos: Globalização 1.0 (da viagem de descoberta do continente americano por Colombo no ano 1492 até o ano 1800, quando o mundo passou de "grande" para "médio"); Globalização 2.0 (de 1800 até o 2000, quando o mundo passou de "médio" para "pequeno"); e a Globalização 3.0 (do ano 2000 em diante quando o mundo de "pequeno" passa a "minúsculo"). É na globalização 3.0 que o mundo se torna plano e onde as empresas, para sobreviverem, devem adotar as regras citadas no número anterior.

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O “achatamento” do mundo afeta tanto as pessoas quanto as empresas

Segundo estimativa da revista Época (27.02.06) mais de mil livros são publicados diariamente no mundo, o que torna imperiosa a necessidade de ser seletivo na leitura para evitar o afogamento por excesso de papel. Em "O Mundo é Plano — Uma Breve História do Século XXI" de Thomas L. Friedman, comentado no número anterior (ver GH/578), isso fica evidente. Trata-se de uma grande reportagem sobre o "achatamento" do mundo que, apesar do excesso de texto (a grande maioria dos livros norte-americanos de negócios poderia ser escrita com a metade de páginas), merece ser lido com atenção por aqueles que se preocupam com os impactos da globalização para suas vidas e para suas empresas.

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O "achatamento" do mundo afeta tanto as pessoas quanto as empresas

Segundo estimativa da revista Época (27.02.06) mais de mil livros são publicados diariamente no mundo, o que torna imperiosa a necessidade de ser seletivo na leitura para evitar o afogamento por excesso de papel. Em "O Mundo é Plano — Uma Breve História do Século XXI" de Thomas L. Friedman, comentado no número anterior (ver GH/578), isso fica evidente. Trata-se de uma grande reportagem sobre o "achatamento" do mundo que, apesar do excesso de texto (a grande maioria dos livros norte-americanos de negócios poderia ser escrita com a metade de páginas), merece ser lido com atenção por aqueles que se preocupam com os impactos da globalização para suas vidas e para suas empresas.

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Uma tendência que parece de peso: O “achatamento” do mundo conhecido

Hoje em dia, com a verdadeira avalanche de informação a que somos submetidos diariamente, dedicar tempo à leitura de um livro deve ser algo que, de fato, valha a pena. Ou seja, que a relação custo-benefício compense. Esse é o caso, com certeza, do livro "O Mundo é Plano — Uma Breve História do Século XXI" (Editora Objetiva, 2005, Rio de Janeiro) do jornalista norte-americano Thomas L. Friedman.

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Uma tendência que parece de peso: O "achatamento" do mundo conhecido

Hoje em dia, com a verdadeira avalanche de informação a que somos submetidos diariamente, dedicar tempo à leitura de um livro deve ser algo que, de fato, valha a pena. Ou seja, que a relação custo-benefício compense. Esse é o caso, com certeza, do livro "O Mundo é Plano — Uma Breve História do Século XXI" (Editora Objetiva, 2005, Rio de Janeiro) do jornalista norte-americano Thomas L. Friedman.

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Mesmo com os mais justos motivos, não resolve nada apenas abominar os políticos

Por incrível que pareça, é verdade. Pelo andar da carruagem, não resta nenhuma dúvida: mesmo depois de todo o lamentável espetáculo do mensalão, nada vai ser feito de concreto para atacar essa verdadeira chaga política nacional que é o caixa dois das campanhas eleitorais.

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Para concluir o dever de casa econômico é indispensável fazer boas escolhas políticas

No Brasil diz-se que o ano só começa depois do carnaval, o que é, evidentemente, injusto para com a grande maioria da população que pega no batente desde o primeiro dia útil do ano ou, mesmo, antes. Todavia, se dermos algum crédito a isso, podemos dizer que este ano começa não só tarde como promete ser bem "curto" pois teremos ainda pela frente a Copa do Mundo e as eleições. E, sobretudo, por ser um ano curto e eleitoral cabe-nos atenção redobrada.

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Hoje, o problema estrutural do Brasil é mais político do que econômico

A montanha pariu um rato. A "reforma política" votada no Congresso, que se mostrava indispensável depois do show de improbidade explícita exibido ao vivo, a cores e em cadeias nacionais de rádio e TV, pelas CPIs dos Correios, do Mensalão e dos Bingos e pelos Conselhos de Ética e Decoro Parlamentar do Congresso Nacional, parece uma brincadeira de mau gosto.

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Governo e oposição preparam show de populismo na campanha eleitoral

om a divulgação do resultado da última pesquisa Datafolha que aponta recuperação do presidente Lula nas intenções de voto do eleitorado, pode-se dizer que começou, de fato, a corrida eleitoral. Uma eleição que parece polarizada entre o PT e o PSDB mas que pode trazer surpresas.

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Para o “trabalhador do conhecimento” a programação do descanso é mais exigente

Programar o descanso diante da realidade do trabalho intenso, conforme visto no número anterior (GH/572), é uma atitude essencial para uma boa qualidade de vida. Todavia, quando essa tarefa é feita por aqueles que trazem o "trabalho na cabeça", necessário se fazem cuidados especiais.

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