Sem crescimento, país fica maispobre e pagando muito mais imposto

Na semana passada foram divulgados os números que evidenciam o empobrecimento do país em razão da falta de crescimento econômico dos últimos anos: o PIB do Brasil, medido em dólar, caiu da décima segunda para a décima quinta posição no ranking internacional.

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Do jeito que está é melhor vender aempresa e aplicar no mercado financeiro

Conforme foi comentado no Gestão Hoje da semana passada (número 475), é muito árdua a luta pela sobrevivência empresarial no Brasil em razão, principalmente, da elevadíssima carga tributária (próxima de 40% do PIB, uma das maiores do mundo) e a maior taxa básica de juros do planeta.

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Impostos e juros mais altos do mundoestimulam informalidade absoluta no país

Esse pequeno caso verídico chama a atenção para um aspecto cruel da nossa realidade econômica e social: o avanço inexorável da informalidade (e de sua irmã gêmea, da pesada, a contravenção) como esdrúxula forma de "proteção" contra os custos exorbitantes da atividade produtiva formal.

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Do paraíso para o purgatório,com direito a uma antevisão do inferno

O clima de otimismo exagerado com os rumos da economia que parte da mídia nacional, incentivada por fontes oficiais, dentre as quais o próprio presidente da República, transmitia desde o final do ano passado, sofreu um abalo importante nos últimos dias.

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Que a janela de 2004 mantenha-seaberta até a "sustentação" do crescimento

Não há nenhuma dúvida de que uma janela de oportunidade para o crescimento econômico se abrirá em 2004. Dez entre dez analistas, dos mais sérios aos sempre presentes palpiteiros, confirmam isso. Mesmo porque, a base de comparação (2003) é muito fraca. As últimas previsões falam em crescimento de 0,2%. Ou seja, zero ou, até mesmo com um pouco de azar, negativo.

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O perigo de achar que não há maisnada a temer porque "o pior já passou"

Não, o pior não passou ainda. Apesar da grande melhora dos indicadores macroeconômicos brasileiros em 2003, a vulnerabilidade externa do país continua grande. Por si só, essa fragilidade torna temerária a crença de que o caminho do crescimento está todo livre em 2004.

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