Resta tentar sairdessa um pouco melhor

Que o crescimento projetado para a economia brasileira no ano 2001 foi duramente afetado pela crise de energia elétrica, não resta a menor dúvida. O que não se sabe é o quanto. As estimativas, todas chutadas, vão de 1 a 3 pontos percentuais na variação do PIB, o que eqüivaleria a uma taxa entre 3% a 1% (bem diferente dos 4,5% estimados no final de 2000).

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Um presidente pode errar, mas não pode não saber das coisas

O presidente da República, a respeito da crise de energia que se abate sobre o país, declarou publicamente na semana passada, quando a instalação da Câmara de Gestão da Crise, que "foi pego de surpresa". Em outras palavras, disse que não sabia o que estava acontecendo. Com isso, cometeu, do ponto de vista gerencial, a declaração mais inadequada de seu período na presidência do Brasil.

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Sai a CPI,entra o "apagão"

Ainda às voltas com a instabilidade da economia argentina, a economia brasileira viu-se impactada por dois fatos marcantes na semana passada: o alarido em torno da CPI da Corrupção e o espanto decorrente da constatação da inevitabilidade do racionamento de energia elétrica nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste do país.

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A crise política e oavanço da democracia no Brasil

"Não adiantou nada todo aquele esforço para a cassação de Collor. Quase dez anos depois, estamos de novo na estaca zero com essa história da violação do painel do Senado e da roubalheira na Sudam." Esse pensamento, expresso em frases diversas pelos quatro cantos do país, parece dominar o diálogo sobre o mais novo escândalo político nacional.

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