Nuvens se formam no céu de brigadeiro da economia internacional

No início da semana passada o mercado financeiro internacional sofreu aquilo que o jornal Valor Econômico classificou como "as maiores turbulências financeiras globais desde a crise da Rússia em 1998". No Brasil, os mercados de dólar e a Bolsa tiveram os piores dias desde 2002, auge da campanha eleitoral e do receio do mercado com a eleição de Lula. Só o dólar, valorizou-se, em apenas três dias, 20%, chegando a R$ 2,40 e, depois, recuando para R$ 2,29.

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São Paulo é uma antecipação do que pode ocorrer se nada for feito

É preciso que se repita que o episódio da investida do crime organizado sobre a sociedade no estado de São Paulo, particularmente na cidade de São Paulo, iniciado no fim de semana do dia das mães e continuado na semana passada, dada a sua gravidade, é uma evidência gritante da falência da política de segurança pública no Brasil e um prenúncio da escala do que pode acontecer se nada for feito.

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21 anos de volta à democracia não garantem conquistas da cidadania

Imitando os veículos de mídia eletrônica (rádio e TV), o Gestão Hoje poderia iniciar esse número assim: "interrompemos a nossa programação para comentar para os nossos leitores as últimas peripécias dos políticos sul-americanos".

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Sem crescimento econômico contínuo é impossível enfrentar a insegurança pública

Como pode ser visto no Gestão Hoje anterior (número 584), a questão da insegurança que aflige os brasileiros não pode ser resolvida, de forma estrutural, apenas como um problema de segurança pública. Requer também, inevitavelmente, crescimento econômico continuado e educação de qualidade em horário integral (pelos menos 8 horas por dia) para todos os jovens.

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