Parece que vamos ter doravante tempo nublado na economia internacional

As mais recentes turbulências na economia internacional (ver número 589) alertam para uma mudança de humor dos mercados que materializa, na prática, uma modificação do clima de céu sem nuvens, com crescimento vigoroso, há pelo menos quatro anos.

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Nuvens se formam no céu de brigadeiro da economia internacional

No início da semana passada o mercado financeiro internacional sofreu aquilo que o jornal Valor Econômico classificou como "as maiores turbulências financeiras globais desde a crise da Rússia em 1998". No Brasil, os mercados de dólar e a Bolsa tiveram os piores dias desde 2002, auge da campanha eleitoral e do receio do mercado com a eleição de Lula. Só o dólar, valorizou-se, em apenas três dias, 20%, chegando a R$ 2,40 e, depois, recuando para R$ 2,29.

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São Paulo é uma antecipação do que pode ocorrer se nada for feito

É preciso que se repita que o episódio da investida do crime organizado sobre a sociedade no estado de São Paulo, particularmente na cidade de São Paulo, iniciado no fim de semana do dia das mães e continuado na semana passada, dada a sua gravidade, é uma evidência gritante da falência da política de segurança pública no Brasil e um prenúncio da escala do que pode acontecer se nada for feito.

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21 anos de volta à democracia não garantem conquistas da cidadania

Imitando os veículos de mídia eletrônica (rádio e TV), o Gestão Hoje poderia iniciar esse número assim: "interrompemos a nossa programação para comentar para os nossos leitores as últimas peripécias dos políticos sul-americanos".

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Sem crescimento econômico contínuo é impossível enfrentar a insegurança pública

Como pode ser visto no Gestão Hoje anterior (número 584), a questão da insegurança que aflige os brasileiros não pode ser resolvida, de forma estrutural, apenas como um problema de segurança pública. Requer também, inevitavelmente, crescimento econômico continuado e educação de qualidade em horário integral (pelos menos 8 horas por dia) para todos os jovens.

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Sem educação integral e de qualidade é impossível enfrentar a insegurança pública

A cada dia que passa, o problema da insegurança pública fica mais dramático no Brasil. Raras são as pessoas de nosso conhecimento, quando não nós mesmos, que não tenham sido alvo recente de alguma ocorrência constrangedora. Sem falar nas situações dramáticas que freqüentemente terminam em tragédia disseminando medo e revolta na população.

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Denúncia do Ministério Público reestabelece esperança nas instituições

A pizza do mensalão já estava pronta para ir ao forno cuidadosamente preparado na cozinha do Congresso Nacional (ainda que bem apimentada pelo relatório final da CPI dos Correios que, no entanto, não teve força para abortá-la). Sua preparação estava na cara dos políticos/pizzaiolos.

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O presidente solitário e o candidato que não parece se afetar com a crise política

É, sem dúvida, impressionante o nível a que a classe política está rebaixando o debate e a ação pública no país. Não passa semana sem que novas baixarias sejam perpetradas com epicentro em Brasília.

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Um presidente cada vez mais sóem um país cada vez mais para trás

Enquanto o Gestão Hoje tratava do "Mundo Plano" (ver números 578, 579 e 580), em Brasília a classe política se encarregava de "aplainar" ainda mais o já bastante maltratado terreno da moralidade pública. Resultado: saiu do governo, junto com o ministro Antonio Palocci, boa parte da equipe econômica do governo Lula, configurando um dos mais impressionantes desfalques já vistos numa equipe governamental e no partido que lhe dá sustentação.

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