Eleição divide o país em dois:Norte contra Sul e pobres contra ricos

Além de possibilitar uma melhor visão das principais intenções dos candidatos à presidência da República, o segundo turno está deixando evidente um fenômeno que não ficou muito claro no primeiro: a divisão do país em duas partes bastantes distintas.

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Primeiro debate mostra que ademocracia ganhou com o 2o. turno

Passado o primeiro turno das eleições 2006, chama mais uma vez a atenção a impressionante magnitude da mobilização popular, comparada com a normalidade do pleito, tudo sem incidentes registrados. Um verdadeiro exercício bem sucedido de democracia representativa que, inclusive, dá exemplo para o mundo desenvolvido sobre rapidez e lisura da apuração. Antes da meia noite do dia da votação os resultados do pleito já haviam sido anunciados.

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2º turno oferece oportunidade paradebate de propostas entre candidatos

Deu zebra. Contrariando as tendências dos últimos meses e a vantagem acumulada pelo candidato à reeleição, em razão do desempenho da economia (ver GH/605) e da queda da miséria (ver GH/606), a eleição presidencial foi para o segundo turno. Contra as previsões de todos, inclusive as do próprio presidente.

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Queda da miséria transforma-seem grande cabo eleitoral da reeleição

Enquanto não se sabe se a evolução do mais recente escândalo político será capaz de levar para o segundo turno uma eleição presidencial que parecia, até a semana passada, caminhar para a decisão logo no primeiro, a publicação de um novo estudo, na semana passada, dá conta de que a miséria diminuiu no Brasil.

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Com a reeleição o mandato passou aser de oito anos com um plebiscito no meio

Pelo andar da carruagem na eleição presidencial, faltando 14 dias para a votação, só um fato completamente inusitado será capaz de impedir a reeleição do presidente Lula, a julgar pelas últimas pesquisas, já no primeiro turno.

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Gestão Hoje nunca compartilhou da opinião, tão antiga quanto disseminada em meio aos formadores de opinião, de que os nossos parlamentares são o que de pior existe na sociedade brasileira.

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Chegou a hora de criar oMinistério da Segurança Pública

A mais nova e desmoralizante investida do crime organizado contra a cidade de São Paulo, com o assassinato covarde de agentes públicos e queima de ônibus e de pontos de serviço, é uma prova mais do que eloqüente, inequívoca, da completa falência da política de segurança pública no Brasil e no estado de São Paulo em particular. O mais grave é a forma, no mínimo leviana, com que as autoridades responsáveis insistem em continuar tratando uma questão de tamanha gravidade.

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São Paulo é uma antecipação do que pode ocorrer se nada for feito

É preciso que se repita que o episódio da investida do crime organizado sobre a sociedade no estado de São Paulo, particularmente na cidade de São Paulo, iniciado no fim de semana do dia das mães e continuado na semana passada, dada a sua gravidade, é uma evidência gritante da falência da política de segurança pública no Brasil e um prenúncio da escala do que pode acontecer se nada for feito.

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21 anos de volta à democracia não garantem conquistas da cidadania

Imitando os veículos de mídia eletrônica (rádio e TV), o Gestão Hoje poderia iniciar esse número assim: "interrompemos a nossa programação para comentar para os nossos leitores as últimas peripécias dos políticos sul-americanos".

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