Nem sempre é possível

Não é fácil fazer prognóstico quando o tema é mudança de atitudes nas pessoas, seja no sentido positivo (mudar), seja no negativo (não mudar). Algumas vezes, pessoas em que o gerente faz uma aposta alta, ficam muito aquém das expectativas, revelando-se com um nível de resistência elevado, atitudes inflexíveis, indisponibilidade e, até mesmo, recusa a envolver-se com as mudanças necessárias. Outras vezes, pessoas em quem ninguém apostava nada, surpreendem com atitudes inesperadas, melhorando o desempenho e revelando talentos até então insuspeitados.

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Crise de credibilidade

Com a popularidade em queda livre, o presidente Fernando Henrique Cardoso atinge os mais altos índices de rejeição de seu governo, equiparando-se àqueles atingidos por José Sarney e Fernando Collor quando deixaram o Palácio do Planalto. (E, o que é mais grave, FHC está apenas no início do seu novo mandato). Com baixa popularidade, todo governo entra no inferno astral e fica desacreditado.

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O "fim do mundo" de cada dia

Em 1937 Assis Valente, um dos mais criativos compositores populares da música brasileira compôs um notável samba chamado "E O Mundo Não Se Acabou". Gravada no ano seguinte com sucesso imediato por Cármen Miranda e regravada em 1998 por Paula Toller em interpretação tão boa quanto irreverente, a música é uma bem-humoradíssima sátira sobre o fim do mundo por eclipses e colisões de cometas com a terra.

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Margketing One-to-One

Em seu mais recente livro, o excelente "Marketing para o Século XXI - Como Criar, Conquistar e Dominar Mercados" (Editora Futura, São Paulo, 1999), Philip Kotler, avança na defesa da tese de que o marketing de massas está em crise e, com ele, o reinado soberano dos chamados meios de comunicação de massa (poucas grandes redes de televisão, poucos jornais e revistas de grande circulação).

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Há uma expressão já caída no domínio público que diz: "o ótimo é inimigo do bom". No dia-a-dia das empresas não é raro encontrar situações onde, por se pretender o ideal, deixa-se de fazer o possível. Ou, pior, o que é feito sofre desaprovação, explícita ou velada, porque está fora de um padrão considerado ideal.

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